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Edith Derdyk

21/09/2010

Edith Derdyk passeia por muitos suportes carregando uma série de questões fundamentais, não só para a arte, como também para a vida. A linha, bidimensional no desenho, tridimensional na costura e em suas instalações onde estica a linhas no ar, adquire na escrita uma quarta dimensão que é o tempo, como a própria Edith mostra: “escrevo como costuro. Costurando, ligando, furando, recortando, costurando pensamentos e tudo mais”.

Na exposição Linha de Costura, Edith Derdyk apresentará trabalhos inéditos como o vídeo Folego, realizado em parceria com Raimo Benedetti, que apresenta o ir e vir das folhas de papel formando imagens fluidas que se mostram como um livro aberto desfolhando em frente aos leitores, onde a linha surge como o espaço que existe entre as folhas, entre as  coisas, entre  os vãos; o livro-objeto Em deslize, que também trabalha com as possibilidades da folha de papel como espaço poético instigando os leitores a decifrá-lo na medida que  a forma-livro ressurge como possibilidade  coreográfica na medida em que o leitor torna-se co-autor, na medida que em pode  reconstruir narrativas  a partir de sua manipulação e Buraco Negro, composto de uma série de 20 desenhos, resultantes de impressões que se sobrepõem em cima de folhas de anotações da artista com textos  de seu computador, textos poéticos, teóricos, burocráticos……gerando manchas, texturas, massas  ilegíveis e assim aludindo a origem da palavra texto: tecer, textura .

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